sexta-feira, 28 de setembro de 2012

1João 3. 1 – Filhos de Deus

1João 3.1 (ARA)
De fato, podemos ver esse amor de que fala João. Deus, em sua infinita misericórdia nos adotou como seus filhos, ainda que nossa natureza humana, muitas vezes, anseie o pecado e desagrade a vontade Dele. Daí entendermos por que este é um grande amor – ou seja, por que Ele não levou em conta o nosso pecado, mas nos amou mesmo sendo conhecedor das nossas imperfeições, tornado-nos, assim, seus filhos.

A partir daí entendemos melhor nossa relação filial com o Pai. Por exemplo, quando estamos inseguros geralmente procuramos o auxílio dos nossos pais, porque eles são pessoas em quem confiamos e que geralmente são mais experientes e podem nos ajudar a tomar decisões difíceis na vida – uma postura que, aliás, é Bíblica (Pv.15.5). Da mesma forma, quando procuramos nosso Pai Celeste, fazemos isso porque temos plena confiança de que Ele é perfeito, de que Ele nos conhece mais do que a nós mesmos, de que conhece, também os nossos próprios pais e  que, portanto, toda e qualquer atuação de sua parte é perfeita e agradável aos seus filhos, ainda que em alguns casos incompreendida.

Essa confiança que nos é comum, muitas vezes causa estranhamento às pessoas que nos cercam, principalmente àquelas que tem o costume de reconhecer em nossa personalidade traços que, naturalmente, herdamos dos nossos pais naturais. E, justamente, por esse costume soamos estranhos a muitas pessoas, porque elas, simplesmente, não conseguem reconhecer em nossas atitudes, em nossos trejeitos, a influência do nosso Pai Celeste porquanto  ainda não conheceram a Ele. O que nos cabe é mostrar a essas pessoas de quem somos realmente filhos, de quem puxamos essa ou aquela maneira de agir. De quem herdamos nossa natureza espiritual e, portanto de quem nos tornamos irmãos, a saber – Jesus Cristo, o filho de Deus (Gálatas 3:26-29).

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